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Contabilidade I

October 9, 2017

 

Uma nova contabilidade terá de ser criada para o novo mundo que está nascendo.

 

 

Há muitos anos atrás fiz uma palestra sobre acidentes de trabalho. Nesta palestra fiquei sabendo de um caso interessante: uma indústria com 4 mil funcionários fez uma experiência com um trabalho de auto-estima para os funcionários. Identificaram os suicidas e trabalharam a auto-estima de todos os funcionários. Aconteciam acidentes todos os dias. Com este trabalho a indústria ficou quase 70 dias sem acidentes! Esse trabalho com auto-estima foi cancelado!

 

 

No custo de um produto estão considerados os braços, dedos e vidas perdidas na sua confecção? Onde é lançado este custo? Quem paga por ele?

 

 

Falar que estes custos são abstratos não é válido porque a depreciação de um bem também é uma coisa abstrata. A regra de market to market é uma coisa abstrata. O que é o valor de mercado? É uma coisa que está na mente das pessoas. Portanto, abstrata. E no entanto, muitos bens lançados no ativo são uma abstração do mercado.

 

 

Para que este novo mundo que está nascendo tenha viabilidade é preciso que as regras de cálculo dos custos sejam alteradas. Teremos de incluir o custo dos acidentes de trabalho, dos braços e mãos perdidos, do trabalho que não será mais possível que essas pessoas façam, o que se chamaria de lucro cessante da pessoa, a degradação ambiental e o custo da sua recuperação, a fauna e flora contaminadas e destruídas, a poluição, as crianças que perdem a chance de uma vida produtiva, os custos dos tratamentos de saúde por causa dos dejetos industriais, o custo de recuperação do meio ambiente, todos os custos de publicidade, salários e bônus, os custos do impacto social e ambiental do lançamento daquele produto, etc. 

 

 

A regra básica de contabilidade é: entra debita sai credita. O que recebemos é debitado em nós e o que fazemos é creditado para nós.

 

 

A contabilidade da sociedade humana atual está baseada no “olho por olho”.

 

 

A contabilidade cósmica é perfeita porque leva em conta o débito e crédito da energia dos sentimentos. Do ódio e do amor. Todo sentimento polariza a energia de alguma forma. Isso é debitado e creditado conforme cada caso. Se a pessoa recebe um bem ela é debitada, se a pessoa faz o bem ela é creditada. Como o resultado de cada ação é uma energia facilmente identificável, mensurável, o próprio sistema cuida da sua contabilidade. Quanto de luz ou de trevas existe numa pessoa? Isso é o que entra e o que sai. A própria pessoa é o seu próprio balanço de ativo e passivo todo o tempo. Qualquer ato é contabilizado imediatamente e o estado de luz da pessoa mostra como está. 

 

 

E isso leva inevitavelmente à outra conclusão: Deus é Amor e o distribui infinitamente todo o tempo. Isso provoca que o Amor entra nas criaturas (forma de falar). Elas, portanto são debitadas e Deus é creditado. Para equilibrar esse balanço, pois ativo e passivo devem ser iguais, sentimos necessidade extrema de fazer o bem incondicionalmente, para sermos creditados e tentarmos igualar o passivo que temos em relação à Deus. 

 

 

Hélio Couto

Vídeos: www.cursosheliocouto.com.br

Site: www.heliocouto.com

 

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